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Somos um grupo de 5 pessoas : Gabriel Fernando, Pedro Crisostomo, Larissa Paiva, Claudenice Santana e Lucas Rodrigo
Ciência das estrelas ✪

Diário de bordo 06

Hoje nossa reunião foi para tirar duvidas do nosso grupo, após a leitura do livro cada integrante deveria levar perguntas sobre a sua respectiva parte abordada e especificada do tralho para ter um aprofundamento geral do assunto. Após as resposta das perguntas o professor orientador nos deu algumas alternativas para a apresentação na feira de conhecimentos. As suas ideias foram para simplificar o máximo possível o nosso trabalho e assim torná-lo mais compreensível ao público que virá prestigiar a nossa apresentação. Ficou marcado também a observação de Saturno para a segunda-feira da próxima semana .

Diário de Bordo 05

Hoje o professor Altenis nos emprestou o livro Nascimento, vida e morte das estrelas a evolução estrelar de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão

Para que  cada integrante do grupo pode-se pesquisar mais sobre a sua respectiva parte. Também foi decidido que o novo integrante do grupo Lucas Rodrigo se especializaria no diagrama de H-R(HERTZSPRUNG-RUSSELL)  que explica um pouco  sobre a sequencia principal das estrelas. Cada integrante deveria ler sobre o seu assunto e no próximo encontro deveríamos levar duvidas para compartilharmos uns com os outros, para termos mais integração com o tema dos integrantes. O grupo se juntou, arrecadou dinheiro e tirou 5 xerox’s do livro, para que cada um leia sem interrupções e possa ler todo o assunto.

Guias Gigantes – Estrelas e Planetas

Entre as estrelas

 

Por todo o Universo, estão a nascer estrelas. Grandes nuvens de gás e poeira (nebulosas) andam à deriva pelo espaço. Por vezes, a gravidade nestas nebulosas comprime o gás e a poeira de forma tão intensa que uma nova estrela é gerada. As estrelas parecem pequenas luzes cintilantes no nosso céu por estarem muito distantes, mas no fundo elas são bolas enormes de hidrogênio muitíssimo quente. Muitas estrelas vivem milhões de anos, brilhando intensamente enquanto consomem seu hidrogênio. Por fim, quando se esgota, as estrelas morrem, enviando o seu gás e poeira de volta para o espaço. Gás e poeira juntam-se para formar novas nebulosas. Como estações de reciclagem gigantes, estas nebulosas podem, um dia, gerar novas estrelas.

Cabeça Poeirenta

A nebulosa da cabeça de Cavalo é uma nuvem escura de poeira densa, que se assemelha à cabeça de um cavalo. Só conseguimos ver esta nebulosa porque ela bloqueia a luz da brilhantes nebulosa vermelha atrás de si. A cabeça de Cavalo está a 1600 anos-luz da Terra. Se pudéssemos ir até lá de carro, a viagem demoraria cerca de 16 mil milhões de anos!

Amigos Chegados

Há estrelas de muitas formas e cores, das enormes gigantes e supergigantes vermelhas às pequenas anãs brancas. Algumas formam pares e trios, que se mantêm juntos pela gravidade enquanto se deslocam. Num sistema estelar duplo, uma anã branca pode capturar algum do gás de uma gigante vermelha. Se este aquecer o suficiente, desencadeia uma explosão (nova) que faz a estrelas brilhar intensamente.

Quasares e Buracos Negros

Nem tudo oque parece uma estrela o é. Os quasares têm aparência estelar, mas sabe-se que eles estão muito distantes no universo. Os astrônomos julgam que um quasar é um buraco negro no centro de uma galáxia distante. A incrível gravidade de um buraco negro engole tudo que se aproxima. À sua volta está um disco de estrelas desfeitas que emite uma enorme energia.

“A nebulosa do Anel é uma nuvem de gás expelido por uma estrela como o Sol no fim da sua vida. Tais nuvens de gás foram chamadas nébulas planetares pelos primeiros astrônomos, que as achavam parecidas com planetas.”

A vida de uma estrela

Todas as estrelas nascem, vivem milhões ou bilhões de anos e morrem. Ao longo de suas vidas, mudam de tamanho, cor e temperatura, enquanto consomem a sua provisão de hidrogênio. Uma estrela de tamanho médio (como o Sol) irá se tornar uma gigante vermelha fria antes de se contrair numa anã branca quente.

- Nebulosa: Uma enorme nuvem de gás e poeira colapsa, formando uma estrela.

- Estrela do gênero do Sol: Uma estrela amarela de tamanho médio brilha de modo regular cerca de 10 mil milhões de anos.

- Gigante vermelha: A provisão de hidrogênio de uma estrela começa a chegar ao fim e ela incha até se tornar uma gigante vermelha fria.

- Nébula planetar: A gigante vermelha expele as suas camadas exteriores, formando uma nuvem de gás conhecida como “nébula planetar”

- Anã branca: Muitos anos depois, a nebulosa desaparece. O núcleo quente da estrela é deixado para trás, tornando-se uma anã branca.

A caminho de Supernova

As estrelas muito mais densas do que o Sol gastam o seu hidrogênio mais depressa. Ao morrer, uma estrela de grande massa torna-se uma supernova, e o seu brilho supera o de todas as estrelas de sua galáxia.

- Estrela de grande massa: Uma estrela de grande massa brilha de modo regular apenas cerca de 30 milhões de anos.

- Supergigante vermelha: Quando se esgota o combustível de hidrogênio de uma estrela, ela incha até se tornar uma supergigante vermelha instável.

- Supernova: Quando o hidrogênio foi todo consumido, a supergigante vermelha explode como uma supernova.

- Estrela de neutrões: Algumas estrelas de grande massa deixam para trás uma estrela de neutrões (estrelas extremamente densa), que é rodeada por um aglomerado expansivo de gás e poeira quentes, também chamado de supernova.

- Buraco Negro: As estrelas de grande massa colapsam, formando um buraco negro, a cuja densidade nem a luz pode escapar. O buraco negro é rodeado por um resto gasoso e poeirento de supernova.

 

 

 

 

 

 

 

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#Estrelas  #Nascimento  #Morte  #SP  #Larissa  #Pedro  #Claudenice  #Lucas  

Guias Gigantes – Estrelas e Planetas

Oque é o universo?

 

O Universo é tudo oque existe. Inclui todo o planeta Terra, com os seres humanos, os animais, as plantas, as rochas, a água e o ar. Além da Terra existem outros planetas, com as suas luas, estrelas sem fim, famílias enormes de estrelas (galáxias) e grandes nuvens de poeira e gás. O Universo é tão vasto que medimos a distância entre as estrelas em anos-luz. Um ano-luz é igual à distância que a luz percorre num ano – cerca de 10 mil milhões de km.

 

• O nosso lugar no espaço

Quando à noite olhamos para o céu estrelado, pode parecer que estamos no centro do Universo. Mas a Terra é só um dos nove planetas que viajam à volta do Sol no nosso sistema solar. O sol está entre cerca de 200 mil milhões de estrelas existentes na galáxia da Via Láctea, e esta pertence a um grupo com mais de 30 galáxias, conhecido como Grupo Local. Há talvez 50 mil milhões de galáxias no Universo.

 

Planeta Terra: 12 756 km de diâmetro

Sistema solar: 5930 milhões de km do Sol até Plutão

Galáxia da Via Láctea: 100 000 anos-luz de diâmetro

Universo inteiro: Cerca de 15 mil milhões de anos-luz de diâmetro

 

• A Via Láctea

Numa noite escura e límpida no campo, pode ver-se a Via Láctea como um faixa de luz brumosa cruzando o céu. Uma lenda grega dizia que essa faixa era de leite, mas se usarmos binóculos vemos que contém milhares de estrelas, mais exatamente as estrelas dos braços espirais da nossa galáxia. As manchas mais escuras são grandes nuvens de poeira, que nos impedem de ver o centro da galáxia.

 

As galáxias não se encontram uniformemente espalhadas pelo espaço. Em vez disso, os cúmulos e supercúmulos de galáxias agrupam-se formando paredes de galáxias, separadas por enormes espaços vazios.

 

 

 

• O princípio e o Fim

Como surgiu o Universo? A melhor teoria diz que há cerca de 15 mil milhões de anos uma explosão gigante ( Big Bang ) foi gerada por uma partícula de matéria superquente. À medida que foi arrefecendo, expandiu-se, formando gradualmente toda a matéria e energia do Universo, ainda em expansão. Será essa  expansão infinita, ou começará o Universo a contrair-se ?

 

 

 

 

 

 

 

Guias Gigantes – Estrelas e Planetas.

À volta do Sol

No centro do nosso sistema solar está o Sol, a estrela mais próxima de nós. Nas profundezas do núcleo superquente, o Sol transforma hidrogênio gasoso num outro gás, o hélio. Deste processo liberta-se energia, que chega até nós como luz e calor. Sem ela, a Terra seria fria e sem vida. A família do Sol inclui nove planetas e as suas dúzias de luas, bem como inúmeros corpos rochosos (asteróides) e milhões de bolas de gelo (cometas). Todos estes objetos viajam em torno do Sol em trajetórias quase circulares (órbitas), mantidas pela poderosa gravidade do Sol.

Sombras Gigantes

Quando a Lua, a Terra e o Sol se alinham, podemos ver eclipses. Durante um eclipse solar total, a Lua desloca-se entre a Terra e o Sol, e a sua sombra atinge uma estréia faixa ao longo da Terra; quem nela se encontra vê a Lua obstruir a luz solar. Um eclipse lunar ocorre quando a Terra está entre a Lua e o Sol, e a sombra da Terra escurece a Lua. Por vezes uma Lua eclipsada tinge-se de vermelho acobreado.

Nascimento do Sistema Solar

Os cientistas acreditam que o nosso sistema solar nasceu há cerca de 5 mil milhões de anos, quando uma nuvem de gás e poeira entrou em colapso. O gás no centro da nuvem aqueceu e transformou-se no Sol. Os planetas formaram-se do gás e da poeira remanescentes. Os astrônomos começam agora a descobrir sistemas solares em torno de outras estrelas, talvez surgidos de modo idêntico.

- Um comenta é uma bola de gelo sujo. A maior parte existe no limite do sistema solar, depois de Plutão, mas por vezes há um que dispara em direção ao Sol. Quando o calor solar derrete os gelos do cometa, forma-se uma cauda de poeira amarelada e outra de gás azul.

- O sol constitui 99,9% da massa do sistema solar. Quatro pequenos planetas encontram-se perto do Sol, enquanto quatro grandes possuem órbitas mais distantes. Entre estes dois grupos, situa-se a principal cintura de asteróides.

 

DIÁRIO DE BORDO 03

Dia: 29/03/2012

Hoje nos foi cedido pelo professor orientador Altenis, o material para pesquisa referente ao temas que foram divididos. Foram cedidos livros, onde esses livros seriam fontes de pesquisa para os integrantes, que no momento agora são cinco com a entrada de LUCAS RODRIGO à equipe de alunos. O encontro ocorreu pela manhã na escola.

Alunos presentes: Claudenice, Larissa, Lucas, Gabriel e Pedro.

” Canis Major (C Ma), o Cão Maior, é uma constelação do hemisfério celestial sul. O genitivo, usado para formar nomes de estrelas, é ‘Canis Majoris.As estrelas mais brilhantes são: Sirius que é a estrela mais brilhante no céu noturno e também uma das mais próximas da Terra, Adhara, Wezen e Mirzam.

As constelações vizinhas são Monoceros, Lepus, Columba e Puppis. “

DIÁRIO DE BORDO 02

Dia : 27/03/2012

 Ocorreu a observação da lua no Invest Centro Educacional com o professor Altenis e com o auxílio do professor Walter, antes da observação nos foi apresentado o telescópio e todos os seus métodos de uso e suas partes principais em seguida nos preparamos para a observação. Nesse momento estava todos os integrantes da equipe que ate o momento eram quatro alunos, a observação foi incompleta pois o horário e as condições do tempo não nos favoreceu porem ocorreu também uma pequena explicação sobre a lua em si pois era o astro que estudávamos no momento, essa explicação foi dada pelo professor Walter que nos auxiliava no momento da observação, como as condições não estavam favorável as estrelas não estavam tão aparentes na noite então só foi possível observar em relação a constelações, a do “cão maior” que possui a estrela Sírius a mais brilhante do céu na sua composição. O encontro foi das 19h até as 21:30h.

Alunos presentes no dia da observação: Claudenice, Larissa, Gabriel e Pedro .

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#Sol  #Gabriel  #Foto  #Imagem  #Camadas  

Livro: O Universo

Editora: Editora Ática

• O Sol

– O sol é a estrela do centro do Sistema Solar. Tem cerca de cinco bilhões de anos. O Sol é uma estrela amarela da sequência principal, com cerca de 1,4 milhões de quilômetros de diâmetro. Compõe-se quase inteiramente de hidrogênio e hélio. No caroço do Sol, o hidrogênio é convertido em hélio por fusão nuclear, liberando energia nesse processo. A energia desloca-se do núcleo, através de zonas radioativas e convectivas, para a fotosfera (superfície visível), onde ela deixa o Sol sob a forma de calor e luz. Na fotosfera existem áreas em geral escuras e relativamente frias denominadas manchas solares, que aparecem usualmente aos pares ou em grupos, causadas pelos campos magnéticos. Outros tipos de atividade solar são as erupções, que estão usualmente associadas as manchas solares, e as protuberâncias. As erupções são descargas súbitas de radiação de alta energia e partículas atômicas. As protuberâncias são enormes arcos ou filamentos de gás que se estendem pela atmosfera solar, algumas durando horas e outras, meses. A cima da fotosfera está a cromosfera (atmosfera interior) e a coroa (atmosfera superior), extremamente rarefeita, que se estende por milhões de quilômetros no espaço. As partículas leves que escapam da coroa dão origem ao vento solar, que viaja pelo espaço a centenas de quilômetros por segundo. A cromosfera e a coroa podem ser vistas da Terra quando o Sol é totalmente eclipsado pela Lua.